sábado, 20 de fevereiro de 2010

Aluguel do Windows e Office?

Parece que é isso mesmo, a Microsoft pretende fazer inovações nas licenças dos seus produtos. Inovações que não mudam muita coisa, na verdade, mas vai dificultar bastante a vida de quem usa software pirata. Acompanhe a notícia no link a seguir: http://blogs.computerworld.com/15387/windows_goes_rental

Pessoal, acho bom que nos ocupemos em aprender a utilizar software livre.

Evaldo

Qualidade e preço...relação muito estranha!


"OpenOffice é utilizado em 21,5% dos PCs na Alemanha". A notícia é do site http://www.guiadopc.com.br/noticias/13196/openoffice-e-utilizado-em-215-dos-pcs-na-alemanha.html e vale a pena ser vista. Os alemães estão utilizando a Suite OpenOffice e servindo de modelo para o mundo.

Já ouvi muitas vezes a desculpa de não se usar Software Livre em razão da dificuldade de uso e da qualidade dos mesmos. Tudo bem que isso está fora de cogitação, especialmente nos dias de hoje, mas o uso do OpenOffice é algo que deveria ser considerado pelas pessoas.
É bom lembrar que a Suite livre é muito parecida com o pacote Office da Microsoft, mas a semelhança fica por aí mesmo. Um usuário avançado pode sofrer muito para se adaptar ao OpenOffice ou BrOffice pelo fato de ser um programa ou programas muito diferentes entre si. Entretanto, a utilização normal que se faz dos pacotes office é muito superficial, se considerarmos os recursos disponíveis nesse tipo de programa. Assim, por exemplo, um usuário que utiliza o Office 2003 ao mudar para o pacote 2007 terá que se adequar aos novos programas de forma muito semelhante a quem deixa a suite proprietária e inicia a utilização da suite Open. Estamos considerando que se trata de usuários que usam os recursos mais básicos.
Finalmente, quero deixar um exemplo bem próximo. Fernandinho, meu sobrinho de 06 anos, utiliza o Ubuntu 9.4 com o pacote OpenOffice e todas as ferramentas livres para as tarefas comuns com o PC. Vídeos, internet, edição de texto, visualização de imagens, jogos (muitos jogos educacionais) e tudo o mais que uma criança com essa idade faz com o computador. Ele é acompanhado de seus pais que também utilizam as mesmas ferramentas no PC e não têm sentido falta de de nenhum software proprietário.

Evaldo

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Ktouch - aulas de digitação

Um programa para treinar a digitação pode ser algo bem útil. Quero apresentar o Ktouch, um programa para treinar a agilidade no teclado. Não se trata de metodologia de digitação, é apenas um recurso para se treinar a agilidade do digitador.
Não procurei saber se é possível colocar o menu em português, mas seja como for, não parece difícil de configurar por alguém que não entenda o inglês.
Para começar, você pode configurar a aparência (cores) do teclado. Deixei a tela padrão, já que divide as teclas por funções e, apesar do colorido não me incomoda.


Por padrão o texto demonstrativo vem em inglês e a tela é como se vê acima. Mas é possível fazer algumas configurações interessantes como as sugeridas na tela abaixo.

Um outro recurso interessante é a possibilidade de configurar suas próprias lições. É bastante simples, basta escolher criar uma lição, nomear e criar/copiar/colar um texto em qualquer idioma que escolher. Veja abaixo.


Finalmente, um programa com tal finalidade não poderia deixar de apresentar as estatísticas dos usuários. Assim, estas podem ser visualizadas de várias formas, várias filtragens são possíveis. Não deixa passar seu rendimento em branco.


Ah, eu sei que há muitos programas para treinamento da agilidade da digitação. Entretanto pergunto: são gratuitos mesmo? ou são seguros, quero dizer, quem escreveu esses programas não embutiu alguma coisa a mais nele? e mais, são livres daquelas propagandas irritantes? Bem, não vou defender o Linux. Afinal de contas, como já disseram, se quer defender o leão, abra a jaula.
Até mais!

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Software Livre - Linux (Por Bruno Teixeira de Souza Oliveira)

INSTITUTO LUTERANO DE ENSINO SUPERIOR DE PORTO VELHO ILES/ULBRA



BRUNO T. DE SOUZA OLIVEIRA


ARTIGO CIENTíFICO

Porto Velho

2008

Software Livre – Linux

Bruno Teixeira de Souza Oliveira


Resumo

Este artigo tem o objetivo de definir e explicar o que é o software livre, sua origem e os benefícios provenientes do seu uso atualmente nas organizações e também no ambiente residencial. Busca mostrar que a informática não gira em torno de Microsoft Windows e outros aplicativos proprietários, mas, que há um grande leque nesta área que precisa vir à tona. Foi utilizada a metodologia, cuja abordagem foi à pesquisa científica a livros, artigos, e sítios na internet. De acordo com as informações apresentadas, conclui-se que o uso do software livre – em questão, o Linux – vem atender firmemente as atuais necessidades no mundo da informática de modo geral, como sistemas e aplicativos de alto nível de desempenho e facilmente controláveis.


Palavras-chaves:


Licença: É uma definição de ações autorizadas (ou proibidas) concedidas (ou impostas) pelo programador ou autor do software ao usuário deste software.

Código-fonte: É a seqüência de instruções que formam um programa. É inicialmente escrito em uma linguagem de programação (chamada neste caso de linguagem de alto nível).

Kernel: Núcleo (ou cerne) do Sistema Operacional; representa a camada de software mais próxima do hardware, sendo responsável por gerenciar os recursos do sistema computacional como um todo.

Distribuição: É o conjunto de aplicativos mais o Kernel Linux.

Aplicativo: É um programa de computador que tem por objetivo o desempenho de tarefas de índole prática, em geral ligadas ao processamento de dados, como o trabalho em escritório ou empresarial.




Introdução


Tudo começou quando Ken Thompson inventou um sistema operacional chamado UNIX. Ele o criou para utilizar em seu computador, o qual não era muito avançado e exigiu muito conhecimento de Thompson para que desenvolvesse um sistema que extraísse o máximo de desempenho, confiabilidade e capacidade de armazenamento de seu computador, um PDP-7 no qual trabalhava. Como naquela época não existiam usuários de sistemas operacionais, e sim programadores, o UNIX não se preocupava em ter uma interface voltada ao usuário leigo, ou seja, nada de Ajuda, Lixeira ou janelinhas coloridas. Era tudo feito através de comandos.

Isto não significa que o UNIX seja somente para programadores, atualmente isso mudou bastante, temos distribuições Linux – baseado em UNIX – que além de possuírem interface gráfica são muito amigáveis e tem ótima aceitação por parte dos usuários finais.

A princípio, os usuários foram atraídos para o universo Linux por razões políticas e financeiras, que mais tarde se tornaram fãs de um sistema que funciona melhor do que as expectativas. Como servidor o Linux tem ferramentas competentes, seja para servidor de arquivos e impressão ou servidor Web, entre outros, conta também com mais recursos de utilidade para os administradores do que produtos concorrentes e nada gratuitos.

Em momento algum se diz que o software proprietário não é funcional, é pior que o software livre ou algo semelhante, pois, este artigo busca apresentar o outro lado da moeda, a fim de expor as benfeitorias provenientes do mundo Open Source.

Para alcançar os objetivos propostos para este artigo, foi utilizado o método bibliográfico com algumas características de um levantamento de dados, segundo (Furaste, 2004) o Projeto de Pesquisa foi concebido para ser uma versão preliminar do Trabalho que se vai realizar, é um esboço inicial do que se quer fazer. Serve para o acadêmico traçar um roteiro inicial daquilo que pretende seja seu trabalho.


Desenvolvimento


Michelazzo define Software Livre como: “[...] aquele que cuja licença de propriedade industrial ou intelectual não restrinja sob nenhum aspecto a sua cessão, distribuição, utilização ou alteração de suas características originais, assegurando ao usuário acesso irrestrito e sem custos adicionais ao seu código fonte, permitindo a alteração parcial ou total do programa para seu aperfeiçoamento ou adequação”. Como descreve Rocha, “O fato de o software ser de código aberto é uma implicação do conceito de liberdade, o software não pode ser livre se não tiver seu código disponibilizado. Nem tudo o que é de código aberto é livre, ou seja, você é livre inclusive para vender o programa".

O início do Open Source e posteriormente do Linux, deu-se com a criação do Unix, o qual foi desenvolvido na linguagem C.

De acordo com Anunciação (1997) não se pode falar de Linux sem mencionar a Internet e o UNIX. Essa relação tornou as novas tecnologias e o conhecimento acessível a todos. O UNIX foi criado para servir como ambiente de programação mais amigável. Tempos depois ele foi reescrito da sua linguagem original Assembly para a mais amigável C, dando maior portabilidade entre computadores de outros fabricantes. Hoje é possível encontrar diversas versões do UNIX, que vão de distribuições para PCs até supercomputadores, com o preço variando de migalhas até centenas de milhares de reais.

Segundo Jang (2003, p.12), “em 1991, Linus Torvald era um formando na Finlândia. Ele não estava feliz com os sistemas operacionais disponíveis para o seu novo computador, então ele reuniu um kernel, para permitir a alguns componentes de sistema operacional se comunicarem com o hardware do computador”.

Disse ainda, que:

Richard Stallman desenvolveu a GPL para trazer as vantagens, anteriormente disponível em UNIX, para a comunidade geral de software. Ele queria desenvolver uma licença que protegesse de qualquer um que quisesse ocultar seu código-fonte. O software GNU é licenciado sob a GPL. Veja os três princípios por trás da GPL:

  • Todo software GPL precisa ser distribuído com uma cópia completa do código-fonte. O código-fonte precisa incluir documentação clara.

  • Qualquer software acrescentado a software GPL também precisa está claramente documentado. Se o novo software interagir com o software GPL, o pacote, como um todo, precisa ser distribuído com software GPL.

  • Qualquer software GPL vem sem uma garantia. (Jang, 2003, p. 12).

Sendo um sistema operacional desenvolvido com base no UNIX o Linux apresenta similaridades, alem de permitir, entre outras, a seguinte função: “É escrito no princípio do código-fonte aberto, o que dá a qualquer de seus usuários a condição de obter o código-fonte e nele trabalhar para o desenvolvimento do mesmo ou de novo produtos a partir deste código". Os novo produtos gerados poderão ser comercializados, contudo não podem ser restringidos pelos seus fabricantes. (JAMIL, 1999).

O Linux foi criado por Linus Torvald, com ajudas extras de muitos desenvolvedores através do mundo, hoje o Linux é um dos mais populares sistemas operacionais para PCs. Ele possui recursos atraentes, um desempenho acelerado em relação às demais plataformas, ocupa menos espaço no disco, além de ser um produto de código-aberto permitindo assim o surgimento de inúmeras distribuições (Lee, 2000).

É raro o caso de usuários que entraram no mundo da informática através do Linux, a maioria que migra para o Linux, por curiosidade ou por necessidade, não quer abandonar outros sistemas operacionais (seja um sistema Microsoft Windows, OS/2, ou alguma versão Unix). De início, o Linux divide o Disco Rígido com outros sistemas, permitindo que o usuário escolha qual sistema ele deseja inicializar para o seu o trabalho que deseja realizar, é a chamada instalação em Dual Boot, a qual utiliza sistemas de inicialização (boot) bem amigáveis, a exemplo deles temos o Lilo Linux Loader), Loadlin e o Grub (Siever, 2000).

Partindo para a área do desenvolvimento, Matthew e Stones (2002, p.1), comentam que: [...] “o Linux é uma excelente plataforma para o desenvolvimento de aplicativos. Sua arquitetura aberta e a disponibilidade de seu código-fonte tem tornado realmente atraente escrever aplicativos para Linux. [...].

Deve haver entre área de desenvolvimento e administração de sistemas, uma relação que se torna essencial para definição e consolidação do projeto, além de quebrar certos preconceitos históricos. É importante somar o conhecimento do Sysadmin ao do Desenvolvedor. O Sysadmin deve saber programar assim como Desenvolvedor deve conhecer o ambiente para o qual está programando. Essa relação conta com uma base de conhecimento que é a maior da história da humanidade e que aumenta a cada dia, a Internet. (Rocha; Campos). As principais vantagens do software livre são: redução de custos em toda a cadeia, aproveitamento de equipamentos ditos obsoletos, possibilidade de modificar o software para funcionamento específico, disponibilidade ilimitada de aplicativos para todas as áreas, contribuição com a sociedade, liberdade de escolha entre clientes de e-mail, clientes de mensagens instantâneas, navegadores, clientes para redes P2P, fazem parte do espírito livre do Linux, entre outras”. Mas, há controvérsias. Consta como desvantagens do Linux: a dificuldade de adaptação por parte dos usuários acostumados com outras plataformas (Windows e Mac), drivers para dispositivos não atendem todos os periféricos, pouca disponibilidade de jogos e programas voltados ao entretenimento. O que não é um fator de peso para não se utilizar o Linux, pois as vantagens são bem maiores que pontos negativos, os quais podem ser contornados para atingir a necessidade do usuário”. (Michelazzo).

Comparações têm sido evitadas, porém há certos aspectos que existem essa análise para um melhor entendimento, com é o caso da funcionalidade descrita a seguir:

[...] frequentemente Linux e Windows são comparados a outros hábitos do cotidiano como carros e motos, casas e apartamentos, mas vamos tentar nos ater ao desktop em si. A não ser que você pretenda pagar para instalar um aplicativo de terceiros, para alterar a aparência, por exemplo, no Windows você terá que se contentar com o que a Microsoft decidiu que é bom pra você. No Linux, você pode confortavelmente fazer seu desktop ter o 'look and feel' que é a sua cara. Você pode ter exatamente o que você quer. Desde um ambiente gráfico simples, como o Fluxbox, até uma experiência 3D completa com o Compiz.


Spanbauer (2008, p.4), comenta que: “[...] o Linux é diferente do Windows, mas não é nenhum bicho de sete cabeças. O investimento humano que você faz em largar as custosas licenças do Windows e do Office pagam por si só rapidamente. E o mais importante: você estará livre para rodar os softwares de desktop e servidor que quiser, no hardware pelo qual você pode pagar”.



Conclusão


As diferenças e vantagens alcançadas pelo software livre sobre o software proprietário são inúmeras e a cada dia esses benefícios aumentam. O que se tem a fazer é analisar o qual a necessidade da empresa ou do usuário e procurar qual o melhor sistema Open Source que supre as suas necessidades. Com certeza não será difícil encontrar. Na internet há diversas comunidades sobre os mais variados sistemas Open Source. Além de vantagens financeiras, melhor desempenho do sistema e aplicativos neste utilizados, a migração para um sistema de livre, torna-se uma incessante busca pela qualidade e conseqüentemente uma adição de conhecimento para o intelecto.


Bibliografia


ANUNCIAÇÃO, Heverton Silva. Linux (Sistema Operacional de Computador). São Paulo. Érica, 1997.

FURASTÉ, Pedro Augusto. Normas Técnicas para o Trabalho Científico. 13. Ed. – Porto Alegre: s.n., 2004.

JAMIL, George Led. Linux para Principiantes. Rio de Janeiro: Axcel Books, 1999.

JANG, Michel. Dominando Red Hat Linux 9. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna LTDA, 2003.

LEE, Lisa. Linux. Rio de Janeiro: Campus, 2000.

MATTEW, Neil; Stones, Richard. Professional Linux Programando. São Paulo: Makron Books, 2002.

SIEVER, Ellen. Linux, Guia Essencial. Tradução de Edson Furmankiewicz, Joana Figueiredo. Rio de Janeiro: Campus, 2000.

ROCHA, Ivan Ribeiro; CAMPOS, Rodrigo Albani de. Software Livre nas Corporações. Disponível em: brlinux.linuxsecurity.com.br/tutoriais/palestra_softlivre.pdf

WALLEN, Jack. As 10 principais diferenças entre o Windows e o Linux. Disponível em: http://www.guiadopc.com.br/artigos-e-dicas/3394/as-10-principais-diferencas-entre-o-windows-e-o-linux.html

MICHELAZZO, Paulino. Software Livre – Um novo Paradigma. Disponível em: http://gufsc.das.ufsc.br/tiki-download_file.php?fileId=4

SPANBAUER, Scott. Migrar para o Linux pode representar boa economia para sua empresa. EUA: PC World, 2008. Disponível em: http://pcworld.uol.com.br/dicas/2008/07/15/migrar-para-o-linux-pode-representar-boa-economia-para-sua-empresa/paginador/pagina_4

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Viajando com o Kstars e o Stelarium

Pessoal, quero deixar mais umas telas aqui.
A primeira é a tela do Kstars, um programa muito interessante, cheio de plugins e informações que podem ser baixadas para exibição na tela. O visual é bom, não é pesado com um pouco de treino e ajuda de um mapa estelar... hum, dá pra viajar mesmo.

O programa é nativo do ambiente KDE, mas no gnome ele roda perfeitamente - peculiaridade dos sitemas debian based.

A seguir a tela do Kstars



A segunda tela é do programa Stelarium. Além de exibir uma grade que facilita a localização espacial dos corpos apresentados, o Stelarium pode, por exemplo, mostrar (opcionalmente) as imagens alusivas às constelações - muito instrutivo.
Obviamente os recursos não foram todos expostos aqui. Eles são muitos e não é o meu objetivo falar de todos eles. Há muito mais a ser explorado aqui, muitos recursos e tudo gratuito e livre.

Abaixo a tela do Stelarium.






Até mais!

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

StarPlot - Viagem pelas estrelas

Pessoal, vejam esta tela, é do StarPlot. Um programinha muito interessante. Com ele você pode calcular distâncias entre estrelas, a relação espacial entre diversos pontos conhecidos no espaço. É verdade que há alguns assuntos avançados, mas lembremos de Vygotsky e a Zona de Conhecimento Proximal. É preciso apresentar o que está ao alcance dos discentes, mas é preciso ir um pouco além.
São vários recursos disponíveis, mas é preciso ter uma noção do que se quer para poder desfrutar do conteúdo com mais sucesso.
Até mais!


segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

A Baleia ... (continuação 2)

Pois bem, depois de instalado, ao ser acionado o ícone de acesso ao Orca esta é a primeira tela que aparece. Daqui pra frente já se tem acesso ao programa com a configuração padrão da instalação. O botão "preferências" dá acesso ao painel de configurações, um aplicativo um pouco pesado, mas muito intuitivo.A primeira tela do painel de configurações é o que segue abaixo. O procedimento da instalação está muito aperfeiçoado de modo que as configurações, na minha máquina, permaneceram como estão aqui, sem alterações. Nesta tela é possível que algumas alterações sejam necessárias. Se você estiver querendo ouvir o a leitura em inglês, por exemplo, terá uma dicção muito clara. Já com o português (br), perde-se um pouco da nitidez, e deve-se considerar que trata-se de um sintetizador de voz. Aqui pode-se controlar a velocidade da fala, a tonalidade e o volume. Dependendo dos sintetizadores de voz instalados, também será necessário fazer a escolha. O meu ficou como na imagem.

Há ainda as opções para o Braille. Entretanto, só utilizo mesmo o sintetizador de voz. Nem mesmo a ampliação de tela é necessária. Esse recurso eu utilizo do Compiz-fusion, um recurso 3D fantástico, divertido e útil.
A quarta tela habilita o eco por tecla. São inúmeros recursos adicionais. Repito que utilizo apenas o básico do programa, ou seja, apenas para a leitura de textos quando estou cansado para ler na telinha.

Na sequência...